

s.m. Título da mais alta nobreza. ; A palavra vem do latim, princeps, que significa primeiro. Princeps era um título dado aos funcionários civis e militares entre os antigos romanos. As tribos germânicas de visigodos e lombardos que se estabeleceram no Império Romano usavam a palavra príncipe no sentido de autoridade independente. Os cruzados adotaram essa prática quando formaram governos no Oriente Próximo.
“Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos”.
“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.”Filipenses 4:8
“Não se ajoelhe diante de ídolos, nem os adore, pois Eu, o Senhor, sou o seu Deus e não tolero outros deuses…”
“Portanto ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer…” (Mateus 6:33 a)
“Conservemos os nossos olhos fixos em Jesus, pois é por meio dele que a nossa fé começa, e é ele quem aperfeiçoa. Ele não deixou que a cruz fizesse com que ele desistisse, pelo contrario, por causa da alegria que lhe foi prometida, ele não se importou com a humilhação de morrer na cruz e agora está sentado do lado direito do trono de Deus. Pensem no sofrimento dele e como suportou com paciência o ódio dos pecadores. Assim, vocês, não desanimem, nem desistam”Romanos 12: 2 e 3
“Mas se somos o corpoPor que Seus braços não estão alcançando?Por que Suas mãos não estão curando?Por que Suas palavras não estão ensinando?E se somos o corpoPor quê Seus pés não estão indo?Por quê Seu amor não está mostrando-lhes que há um caminho?Há um caminho”
Eu poderia tentar explicar o título desse post, com vários exemplos bíblicos.
Poderia falar do não que Moisés ouviu, ao saber que ele não entraria na Terra Prometida. Poderia escrever sobre os “nãos” que Davi e José ouviram.
Poderia, mas não o farei.
Essas passagens e várias outras, poderia ilustrar muito bem o que eu senti. Mas, elas não fizeram muito sentido na minha vida, até que eu experimentei a dor de um não, vindo de Deus.
Tudo começou há 10 anos atrás. 10? Penso que seria mais. De acordo com meus cálculos, há exatos 13 anos atrás surgia dentro de mim um sonho. Com 9 anos, comecei a estudar inglês e à medida que eu crescia em conhecimento dessa língua, também crescia o meu sonho, o de fazer intercâmbio.
Sempre que eu falava sobre esse sonho, me perguntavam para onde eu queria ir. Estados Unidos, certamente. Eu respondia que não. Meu sonho é Inglaterra.
Tenho uma vontade enorme de ir pra lá. E sei que vou chorar o dia que eu ver a London Eye na minha frente, porque também tenho o sonho de andar naquela roda gigante.
Sonhos a parte. Durante esses 13 anos, tenho investido meu tempo e disposição em aprender inglês, ah sim, e dinheiro também.
Lógico que, no início da minha caminhada, meu pai bancava as despesas com curso e material. Mas eu comecei a gostar tanto desse idioma, que optei por fazer a faculdade de Letras Inglês e ouvindo um sim de Deus, cursei essa graduação.
Minha vontade nunca foi a de fazer um intercâmbio de 1 ou 3 meses. Sempre quis ficar fora 1 ano.
E justamente por isso, eu não quis viajar antes de entrar na faculdade, porque eu ainda não tinha maturidade para ficar tanto tempo longe da minha família.
Durante a faculdade, eu não quis fazer intercâmbio, porque priorizei os estudos. Se eu trancasse o curso para fazer intercâmbio, acabaria não me formando mais. E eu queria me formar.
Então, o meu plano sempre foi: vou fazer intercâmbio depois que eu terminar a faculdade, ou seja, depois que eu me formar.
Na minha cabeça, era um ótimo plano. Mas faltava uma coisa muito importante: dinheiro. Comecei a trabalhar pra juntar grana.
Eu sabia que um intercâmbio por um ano, seria uma coisa cara e que meus pais não teriam condições de me ajudar.
Pois bem. Ano de 2010 chega ao fim e na minha mente: em 2011 vou embora daqui!
Fiquei trabalhando até julho, juntando a grana necessária para o programa que eu pretendia: au pair. Optei por esse programa por ter o melhor custo – beneficio para mim.
Pra quem não sabe, esse programa é para morar na casa de uma família, cuidar das crianças, e estudar, fazer um curso da língua do país.
Mas, como não tem esse programa para a Inglaterra, escolhi a Holanda.
Depois de alguns sinais, que eu interpretei, como sendo de Deus, fiquei mais empolgada em ir para lá.
A questão é, que quando você quer alguma coisa, você acha que qualquer coisa é sinal de Deus. Aprendi que as coisas não são bem assim.
Tudo pronto, só faltava a agência encontrar uma família para mim, lá na Holanda.
Garantiram-me que até início de agosto, eu já teria uma família.
Tudo certo então. Eu já estava formada, estava trabalhando, sai do meu emprego e comecei a me preparar para viajar.
Bom, chegou início de agosto e nada.
“Tudo bem” pensei. E na minha cabeça, Deus estava me ensinando a ter paciência.
“Tudo bem Deus, aprenderei essa lição.” Falei, mas sem pensar no valor dessas palavras.
Setembro chegou e com ele novidades. Não, nada de novidades. Ainda não acharam uma família para mim.
E todo mundo me perguntando: e ai? Quando você vai embora?
E ai? E a Holanda?
E eu sempre tendo que dar a mesma resposta: ‘nada ainda. Estou esperando’.
Comecei a orar muito. Pedi a Deus, que Ele me desse uma resposta até o dia 20 do mesmo mês, ou seja, setembro.
Eu estava cada vez mais confiante, cada vez mais esperançosa.
E finalmente chegou o dia 20, e novamente eu ouvi um não.
Mas agora, eu me achei no direito de ficar revoltada. E ai, sobrou pra quem estava na minha frente: minha família. Sim, briguei com meus pais e com a minha irmã. Descontei neles a raiva que eu estava sentindo, por ver um sonho que eu esperava há tanto tempo, indo por água abaixo.
E me desculpa por estar te confessado isso, mas sou humana. Também fico com raiva, choro e tenho vontade de jogar tudo pro alto. Não posso fingir ser algo que eu não sou.
E além de ter reclamado muito com a minha família, me revoltei com Deus. Por que Ele não deixava que eu fosse feliz? Ele sabia que um dos meus maiores sonhos é o intercâmbio. Por que Ele não deixava eu ir embora?
E ai, revoltada com Deus, virei as costas para Ele. Foi então que ela chegou.
Sabe aquela vontade de chutar o balde?
Pois é. Essa vontade bateu à minha porta e eu abri.
E semana que vem eu vou contar a parte 2 desse testemunho. Se eu contasse tudo hoje, ficaria um post enorme e eu também quero deixar um pouco de suspense, porque, com certeza você já passou por alguma situação assim.
Você já abriu a porta para a revolta? Já abriu a porta para a vontade de chutar o balde?
Semana que vem eu vou te contar como Deus fechou essa porta.
Até lá, você reflete sobre isso:
Hoje irei compartilhar com vocês um post da Pati Geiger, Colunista do Eu Escolhi Esperar e do Não Morda a Maça aqui. Este post foi publicado no www.euescolhiesperar.com e recomendo a todos a visita frenquente deste blog, pois nele vocês encontraram reflexões que edificaram mais ainda vida de vocês.
Uum abraço Gustavo Pestana
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Era uma vez…
Um reino distante. O Rei Pedro Augusto era famoso devido ao amor que demonstrava pelo seu povo. O resultado desse amor era a justiça com que governava. O rei perdera sua esposa há alguns anos , sendo assim, lhe coube a educação de suas duas filhas, as princesas Rebeca Liana e Helena Maria. Rebeca e Helena se davam bem. Aprenderam desde cedo o valor da palavra “dividir” e graças ao seu pai, também aprenderam o valor da palavra amor. Certamente, elas foram criadas rodeadas de riquezas, poder e qualquer coisa que queriam estava ao seu alcance. Mas o rei não permitia isso. Ele sabia, que de certa forma, tanta riqueza, fortuna, poder, acabaria estragando suas filhas. Ele queria o melhor para elas e por isso as protegia. Não permitia que elas saíssem do palácio, não queria que elas conhecessem o mundo, pois ele sabia que lugar feio e horrível era esse. Sabia que lá, elas se machucariam e sabia que lá, elas não poderiam ouvir a sua voz.
Mas, Rebeca um dia, se rebelou. Cansada de ser protegida pelo seu pai, ela quis conhecer o mundo. Queria conhecer algo que pensava não conhecer, o amor. Ali, protegida pelo seu Pai, não havia ainda conhecido os prazeres desse mundo. Não havia ainda se apaixonado, não tinha conhecido nenhum homem capaz de arrebatar o seu coração. Em busca do amor verdadeiro, fugiu. E de fato, ela conheceu o mundo. Conheceu rapazes e quando ela pensou que havia encontrado o amor verdadeiro, descobriu que na verdade, encontrara a paixão. Ela tentou correr para outro rapaz; e suas tentativas novamente foram frustradas. Cada vez, ela se machucava. Cada vez, seu coração sangrava mais e cada vez, ela se afastava mais de seu Pai.
Com vergonha de voltar para casa, com vergonha que seu Pai, tão amoroso a visse nesse estado, ela desistiu. Desistiu de correr atrás do amor. Cansada de se machucar, sentou em uma pedra e chorou, chorou como nunca chorara antes. Ela sabia que estava carregando os pedaços do seu coração. Em meio ás suas lágrimas, ela ouviu passos. “Não, Ele não. Qualquer pessoa menos Ele! Ele não pode me ver assim.” Pensara consigo. E para a sua surpresa, o Rei, seu Pai, viera busca – lá. Ela com vergonha, Ele com amor. Foi ai que ela começou a entender muitas coisas. Que o amor que ela queria conhecer, ela já conhecia, o amor do seu Pai. E Este, prometeu que ela ainda saberia o que é o amor de um homem por ela, mas não um homem qualquer, um príncipe. Ele contou a ela, e ela entendeu, que, era por isso que ela estava protegida no palácio, para que não se machucasse, para que o cara certo e na hora certa, pudesse chegar até ela, mas ele teria que passar pelo Rei primeiro. Então a princesa Rebeca, descobriu que encontrara o amor verdadeiro, incondicional e eterno. O amor de seu Pai.
“O coração de uma mulher deve estar tão escondido em Deus, que o homem deve procurar a Deus a fim de encontrá-lo.” Max Lucado
Quem você tem sido, garota? Uma princesa que espera e descansa em seu Pai, sabendo que no tempo certo, Ele vai te trazer o cara certo, ou você tem sido uma mendiga, saindo por esse mundo afora, em busca do amor? Em busca do tal “amor verdadeiro”? Ou correndo atrás de um rapaz, e depois de outro e mais outro? Tem se comportado como uma mendiga correndo atrás do amor de alguém, que no fundo você sabe que não é o príncipe certo para você?
A escolha é sua. Ser princesa ou mendiga.
*Dedico esse texto à todas aquelas garotas que eu tenho aconselhado.
Com amor
Pati Geiger
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