Proteja seus princípios. Eles guardam o seu coração! - Bianca Toledo
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Cadê meu cabelo?

sábado, 10 de setembro de 2011


Oi meu povo!

Quero começar agradecendo pois semana passada foi a festa da minha igreja, e eu até deixei o convite pra vocês. Foi uma bênção e fiquei feliz com a presença de todos os que estiveram lá. Ah ocorreu tudo direitinho com a dança, e ministramos pra a glória de Deus!

Bom, durante esses últimos dias eu andei meio tristinha. A minha irmã ia cortar o cabelo e eu aproveitei a carona. Nós só queríamos aparar as pontinhas. Mania de mulher, né? (Só as pontiiiiiinhasinhasinhas!!!!)...

Pra que você entenda melhor, vou te falar um pouquinho da minha trajetória quanto a corte de cabelo. Quando pequena, a minha mãe amava me ver de cabelo curtinho. Eu só andava com ele, no máximo, na altura dos ombros, e com uma franja. Todo mundo falava que eu parecia uma índia ( e eu achava que estavam me chamando de bicho do mato (mas que percepção minha essa de criança!)... Se fosse por mim, eu não cortava nunca. Mas... sempre minha mãe me levava ao salão, e em prantos eu pedia pra a pessoa que fosse cortar “Só as pontinhas! Dois dedinhos, no máximo!”. Quase 100% das vezes, as pessoas não escutavam, e sempre faziam conforme o que a minha mãe pedia, cortavam mesmo! E assim foi toda a minha infância... Eu chorava toda vez que tinha que ir ao salão (Acho que é por isso que até hoje eu quase nunca vou! Rsrs...). Mas depois que fui ficando dona do meu nariz, e já podia dizer: “QUERO ou NÃO quero meu cabelo assim”, fui deixando ele crescer. Mas não sei o que é que acontece com a maior parte dos cabeleireiros (claro que não são todos!), que quando tem um cabelo grande em mãos, pra aparar as pontas, não conseguem se contentar, e cortam bem mais. Nessa ultima quinta-feira, depois de muito tempo , fui cortar meu cabelo, e como sempre, pedi que só tirasse as pontas. Primeiro a minha irmã cortou, e a mulher cortou bem pouquinho, quase nada, como ela tinha pedido. Eu já fiquei tranquila (bom, com essa daqui eu posso relaxar!). Quando minha irmã terminou, foi a minha vez, e lá fui eu, dizendo pra tirar DOIS DEDINHOS, explicando que eu gostava de cabelão, e que era pra cortar o mínimo. Ela mais uma vez falou pra eu ficar tranquila, disse que já tinha entendido que essa era a família dos cabelões, e que eu não me preocupasse porque ela não era do tipo que se empolgava pra cortar quando via cabelão. Bem tranquila fiquei...

Quando ela terminou, que eu olhei no espelho, ela tinha cortado mais de um palmo (um palmo e dois dedos, mais precisamente).

Eu nem consegui reagir. Peguei o dinheiro, paguei, não falei nada e entrei no carro. (O pior é que ainda tive que pagar por isso!). Só fiz fechar a porta, e comecei a chorar. Fiquei arrasada! Eu tinha confiado e ela me frustrou, por completo.

Talvez você prefira se cabelo curto, não faça um pingo de questão dele grande, ou até nem goste. Talvez você nem preste tanta atenção nisso, caso seja homem(e não ligue pra isso!), e acha uma “bobagem de mulher” essa coisa de não querer cortar tanto o cabelo. Mas quem tem cabelo grande, fica sem cortar um tempo pra ele crescer, e gosta dele assim, sabe exatamente do que estou falando. É terrível você sair do salão com essa sensação de “não foi isso que eu pedi!”.

Fiquei a tarde e a noite inteira bem triste com isso... Só melhorei depois que fui consolada por tanta gente linda!

Mas me senti extremamente incomodada com um paralelo que fiz. Fiquei me perguntando por que eu me abalei tanto com um corte de cabelo ( e meu cabelo cresce rápido!), e eu não fico tão chocada assim com as outras questões, que são muito, muito, muito mais importantes.

Bilhões de pessoas morrem todos os dias de fome, sem conhecer a Jesus, almas estão se perdendo a cada segundo, e nós estamos preocupados com NOSSO EU, nossa aparência, nossa profissão, nossas coisas e mais coisas...

É triste saber que eu não choro pelas crianças de tantos lugares do mundo que não tem o que comer, toda vez que vejo reportagens e filmes, e sei dessa realidade.

Vamos acordar, amadurecer, nos indignar, agir... O mundo depende de nós, espera por nós. Até quando continuaremos dormindo?

Depois de um dia pensando nisso, o choro cessou, as palavras se foram e iniciaram as reflexões... Essa mudança precisa começar primeiramente em mim!

Que Deus nos abençoe e nos faça entender a Sua natureza, a essência do seu Reino, e nos dê a consciência do que é a verdadeira adoração (aquela que não se restringe aos momentos dentro da igreja).

Uma semana de paz e quem quiser continuar com o cabelão, não vá ao salão! =P

Indy Ribeiro

Só para menores: A baratinha

quinta-feira, 26 de maio de 2011


Este é um fragmento do DVD da Galinha pitadinha o qual eu e minha sobrinha recomendamos a todos que tenham um(a) sobrinho(a), afilhado(a), primo(a) e crianças no seu convívio a utilizar esse DVD que é maravilho pra estreitar laços, estimular as funções psicológicas superiores, a diversão, a alegria e etc.
A bíblia nos fala em Marcos 10.13-15 que:

"13 E traziam-lhe meninos para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que lhos traziam. 14 Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus. 15 Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele."


(PAUSE A MUSICA DO BLOG E INICIE O VÍDEO)

Corinthians não!!!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Antes de assistir o vídeo pause a música do blog e clique no vídeo logo abaixo e espere um pouco para o vídeo carregar!




Um dia..

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011




Por:Gustavo Pestana

UM Dia vOCê foi criança!
Mimada, Chorona e fazia cocô na frAlda!
Se escondia pra comer dOCe e leite em pó!
chORAVA pra assitir desenho enquanto seus pais falavam que importante mesmo era o JN!
Um dia, o que mais imporTAVA pra vOCê era dORmIR no colo e tomar danoninho!
Tudo vc dizia: Mas POr quê isso?
Mas por que Num poDe?

Um dIA vc foi assim, MaAas dai mandaram VOcê cresÇe e a TuDO isso disseram: Que BestAGEM essas coisas, e começaram a implicar com as coisas de criANÇA, com soltar boba em São JOÃO e se sUJjar de lama na porta de casa ou na roça!
POde ser que UM DIA, se vC esquecendo que foi Criaaança, não permita que SErES PERFeItOS na sua simplicidade, deixem de experimentar a perfeição na TErRA!


Assista a esses dois vÍDEOS e acho q vc vai entender iSSO tUDO, um dIa.
Se Vc Acha isso uma bestgem é pq VC já num tem mais a criança dentro de voCÊ.

“Jesus, porém, chamando-as para junto de si, ordenou: Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus” (Lucas 18:16)

Crianças, Little, kids, e eu e Vc , se quisermos ser como elas.

e agora Aperte o PLAY!











O que vc está refletindo?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

e agora Aperte o PLAY!



Uma criança costuma agir de forma muito semelhante a tudo o que ela vê e apreende. Devemos ser exemplo para os pequenos que nos cercam.

A Princesa Ana Clara

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011


Começa assim:

- Deixa eu escrever meu nome nessa folha ai! (Se referindo a página em branco pra postar textos no blog)

ANA CLARA (
- Agora meu nome)
RAISSA (
- Raissa tem 's' de stephane)
STEPHANE
LUIZ
WILMA
LIA (Só isso é muito pouco o nome de Lia)
RAFAEL

-
Agora seu nome!
- Meu nome! (risos)
-Você tá com vergonha! (risos)

GUSTAAAAAAAAAAAAA(
-Agora o "a"! - Consegui! acheiiiii! Ah! Assim não dá)
GUSTAVO

- Deixa eu ver quem chegou! Lia que chegou com Rafael!

Tornar-se-á dizível

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011



Um Projeto de Deus

terça-feira, 22 de dezembro de 2009





ESTE É O TERCEIRO TEXTO DE UMA TRILOGIA SOBRE A INFÂNCIA.
PRIMEIRO - > Felicidade. A cidade móvel!
SEGUNDO -> Mais 10 minutinhos mãe!

Leia os textos na ordem, pois assim você compreenderá esta trilogia melhor.







Um Projeto de Deus


Por: Gustavo Pestana






O Silêncio do campo é algo tão bom! A brisa que levemente toca a nossa face, faz-nos sentir tanta paz. Sob a sobra de uma árvore, lá em Ibicarai, dona Enila tem em seu colo sua filha Yara. Enquanto passava a mão suavemente pelos cachos, do cabelo de sua filha, ela amava que uma pessoa de forma carinhosa, mexesse no seu cabelo, principalmente a sua mãe, esta dizia: - Filha! Você foi projetada primeiramente no coração de Deus! Ninguém imaginava no dia do nascimento de seu irmão, que o Criador faria isso com nossas vidas! Neste natal, eu percebo que você verdadeiramente foi um presente de Deus pra nossas vidas. Imagine Deus, diante de todo o universo, dedicando uma boa parte do seu infinito tempo para projetar a sua vida, como um arquiteto que projeta a sua melhor morada? Ele pensou em todos os detalhes, a cor dos teus olhos, da tua pele, a tua forma elegante de andar! Ele lembrou que você já tinha dois irmãos, que eles a amariam muito todos os dias e, que você seria uma benção no nosso lar.


Mãe! Eu sou um projeto de Deus? Um projeto do criador do universo? A voz doce e suave de Yara, ecoava por todos os lugares da pequena cidade de pedras portuguesas, naquele instante houve um silêncio em toda a cidade, pois a natureza estava admirada com a beleza daquela história. - Sim filha! Ele criou todos os seus dias, e os escreveu no livro da vida! Falava do Enila com os olhos admirando-a. - Isso quer dizer que eu nunca vou sentir dor? Que eu nunca vou sofrer? Com uma olhar doce e meigo Yara contemplava a face de sua mãe. - Filha! Isso pode acontecer em sua vida sim! você pode cair de bicicleta e ralar os joelhos, seu irmão pode cair de skate, sua irmã pode se queimar fazendo almoço. Tudo isso pode acontecer e vocês chorarem de dor. Mas lembre-se sempre, Ele nunca lhe deixara passar por isto só. Todo vez que você sentir dor, só é necessário que você diga “Pai, está difícil manter o caminho... preciso de sua mão! Ajuda-me!” Ele vai te ajudar!


Aquela conversa agradável seguiu por horas, por dias, por toda a vida! Isso, porque aquela família compreendia que a vida estava alicerçada em fundamentos celestiais. Melhor, em princípios cristãos de fé e amor.


As ultimas palavras daquele dia foram mais ou menos assim: - Deixa me descrever tua lindeza. Hiperbolicamente fenomenal. Divina metafísica proeza......




Filha,


"Um dia você foi inscrita para participar do maior concurso do mundo, da maior corrida de todos os tempos... Eram mais de quarenta milhões de concorrentes... Todos tinham potencial para vencer e só um venceria. Será que você era mais uma no meio da multidão ou tinha algo especial?


Analise quais seriam as sua chances. Zero, zero, zero, zero, zero, zero, zero, zero, quatro (0,000.000.04). Você nunca foi tão próximo de zero. Suas chances eram quase inexistentes. Tinha tudo para ser mais um derrotado, tinha todos os motivos para ser um grande perdedor. Qualquer um acharia loucura participar dessa corrida. Mas você participou e ainda achava que iria vencer.


Talvez fosse melhor desistir e se conformar com a derrota. Mas você era o ser mais teimoso do mundo, sua garra era incrível. Por isso jamais admitiu recuar. A palavra desistir não fazia parte do seu dicionário genético. Por quê? Por que se perdesse essa corrida perderia o maior prêmio da História. Qual?"



A VIDA.







O Fragmento em cor VERDE é um trecho do livro Você é Insubstituível de Augusto Cury









Mais 10 minutinhos mãe!

domingo, 20 de dezembro de 2009





ESTE É O SEGUNDO TEXTO DE UMA TRILOGIA SOBRE A INFÂNCIA.
PRIMEIRO - > Felicidade. A cidade móvel!

Leia os textos na ordem, pois assim você compreenderá esta trilogia melhor.




Por: Gustavo Pestana





Minutos que se transformam em horas!




Yara decidiu contar pra sua filha um pouco sobre sua infância, numa cidadezinha do interior. Sabe aquelas cidades, que nos meses de Junho e Julho, faz bastante frio e tem sempre fogueira na rua? Que tem algumas ruas de terra batida, que quando cai à chuva, sobe aquele frescor de terra molhada?


Essa era a cidade. Yara vivera uma boa parte de sua infância lá. É com grande alegria, ela conta para sua filha cada detalhe destes dias, é tão prazeroso contar sobre este momento. Quando ela conta, parece que está vivendo cada momento. Momentos, como o correr na chuva, tomar sorvete no copo e, parar carrinho de picolé na rua. Momentos, como os banhos no rio. Até mesmo as broncas que a mãe de Yara, dona Enila lhe dava, quando esta fazia algo errado. Yara, quando isso acontecia, corria prontamente para os braços acolhedores de seu pai.


Ela, Yara, gosta de contar pra filha, os momentos que se juntava a noite pra brincar com os seus colegas, na porta de casa. Filha! Se sua vó permitisse, eu brincaria até bem tarde da noite, mas sempre eu ouvia aquelas palavras: “Vamos entrar?” Yara relembrava este momento com lágrimas de alegria que corriam pela sua linda face, tão Linda que parecia ter sido milimetricamente esculpida. “Como era doce aquele momento.”


“Como era bom dormir no colo do pai e da mãe. Aquele cafuné. Que saudade!”


A infância é uma fase espetacular! Uma das mais belas, se não a mais bela. Esta é estudada em três fases no desenvolvimento humano, mas é vivida de forma única. Muitas crianças são privadas desta maravilha, quando os pais, as obrigam a trabalhos, como nós canaviais, carvoarias e outras formas de trabalho.


Ah! Ia esquecendo de uma coisa! A mãe de Yara, logo após as palavras “Vamos entrar?” era cativada pelas doces palavras da princesa Yara, que falava mais ou menos assim “Mais 10 minutinhos mãe! Deixa eu brincar mais um pouquinho só!”


Estes minutos pareciam horas, momentos eternos. Isto era o necessário pra ser feliz!Felicidade!

TERCEIRA PARTE

Felicidade. A cidade móvel!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009




ESTE TEXTO É O PRIMEIRO da TRILOGIA SOBRE A INFÂNCIA.


Por: Gustavo Pestana




Hoje pela manhã, o carteiro me trouxe uma carta com lindas palavras. Tão lindas e profundas que me fizeram sorrir. Não me foi permitido compartilhar o conteúdo, pelo autor da carta, este apenas permitiu informar a sua origem.


Felicidade, a cidade móvel. Este era o remetente da carta. Eu jamais imaginaria que este local existisse aqui na terra. Imagine alguém escrevendo: João de Itabuna para Julia de Felicidade. Como o carteiro encontraria este local, se está cidade é móvel?


Vou explicar tudo! Meu nome é Yara. Sempre recebi cartas deste local, e por isso tinha todos os dias um sorriso estampado no rosto, pois este refletia o conteúdo das cartas que eu sempre recebia. Algumas pessoas não entendiam, e jamais entenderiam o motivo de ser tão feliz. Se eu dissesse que eram as cartas de felicidade, que adulto acreditaria? E quando eu lhe falasse como a mensagem chega, nenhum adulto acreditaria.


Certa vez, fui tentar explicar tal motivo pra um adulto, que conversava sobre as contas a pagar, sobre o dia de amanhã. Eu não sabia lhe explicar direito, só sabia sentir a alegria que vinha de felicidade. Senhor! Bom dia! Você sabia que o arco-íris no céu é um dos sinais que a chuva foi embora? – eu disse para o homem que tinha contas na mão e resmungava na sala de minha casa. Este prontamente respondeu – Pra que isso me serve menina, se o que eu preciso é de dinheiro pra pagar minhas contas!? Se ele não compreendia a beleza do arco-íris, fato que pode ser usado como uma metáfora de um sinal que o problema chegará ao fim, eu jamais poderia lhe revelar a beleza da carta!


Esses dias, já adulta, lembrei das cartas que recebi e fui procura-lás. Não as encontrei.


Decidi observar umas crianças que brincavam na rua e, para o meu espanto, elas estavam brincando da mesma forma que eu brincava aos 7 anos. Algo me deixou espantada. Uma das crianças, minha filha Indy, ao tomar banho de chuva, abria os braços e corria de tal forma, que parecia estar em outra cidade. GENTE! Aquela criança era de felicidade! Ela estava na cidade da alegria. Eu desesperadamente corria em direção de minha filha, que ao me ver, parou, naquele instante ela parou de brincar com as outras crianças. O que é mãe? Ela dizia. Os seus olhos refletiam o brilho mais belo e sublime que eu já vi em toda a minha vida. Indy refletia com seu doce jeito de ser. a felicidade que todos os dias lhe era oferecida por Deus, como presente para a sua vida. Ela estava aproveitando a beleza que existia nas coisas simples, como um simples brincar na chuva ou fazer bolinhas de sabão.


Ao lermos esta história, percebemos que a felicidade não é um local, mas uma forma de ver e viver a vida. Todos os dias “recebemos” cartas dessa cidade móvel. Você pode não perceber, mas existem inúmeros “funcionários”, da empresa de correios de FELICIDADE. Alguns deles são os pássaros, a chuva que cai sobre Indy, ou até mesmo nascer do sol.


Um dia olhe os adultos e os analise, e depois olhe as crianças e faço o mesmo. E responda a seguinte pergunta: Quem demonstra ser mais feliz?


Os adultos acreditam que serão felizes ao terem carros, casas, fazendas, dinheiro e tantas outras coisas, e quando conseguem atingir estas metas, normalmente se distanciam de FELICIDADE. A felicidade depende do olhar do expectador.


A felicidade só pode existir, se você permitir que ele aconteça, pois inúmeras pesquisas demonstram que a felicidade está diretamente relacionada a maneira de ver e viver a vida.





Amanhã vai chover!

Aproveite!


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