Fonte: http://www.sinopsedolivro.com/2009/08/cristianismo-puro-e-simples.html
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Decepcionado com Deus- Philip Yancey
(Assaltando a geladeira)
Pra quem tem fome um "lanche" sempre é muito bom. Confira este livro que pra mim é um dos melhores de Max Lucado.


Nós aplaudimos os HOMENS por fazerem coisas boas.
Nós cultuamos a DEUS por fazer coisas grandiosas.
E quanto a um HOMEM que faz as coisas de DEUS?
Uma coisa é certa. Não podemos ignorá-lo. Se estes momentos são concretos, se a reivindicação de Cristo é real, então Ele foi, ao mesmo tempo, homem e Deus.
A pessoa mais importante que já viveu. Esqueça o que de mais belo há na natureza, pois Ele é o Criador de toda a terra, e o próprio firmamento anuncia a obra das suas mãos. O líder do desfile? Dificilmente. Nenhuma outra pessoa compartilha a rua. Quem se aproxima? Os melhores e mais brilhantes da humanidade perdem o brilho como jóias sem valor diante dEle.
Dispensá-lo? Não podemos. Resistir a Ele? Igualmente difícil. Por que o faríamos?
Não precisamos de um Salvador Deus-homem? Se Jesus fosse apenas Deus, Ele poderia nos criar, mas não nos compreender. Um Jesus apenas homem poderia nos amar, mas jamais nos salvar. E um Jesus que é Deus-homem?
Perto o suficiente para ser tocado. Forte o suficiente para confiarmos. O Salvador que está bem ao nosso lado.
Fonte: Irmãos.com
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"13 E traziam-lhe meninos para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que lhos traziam. 14 Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus. 15 Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele."


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Sinopse
Tão grande... e tão acessível.
Dois milênios de cristianismo proporcionaram tempo mais que suficiente para que inúmeros pensadores tentassem descrever, qualificar ou quantificar o amor divino das mais diversas maneiras. O esforço de minerar algum termo ou cunhar uma expressão grandiosa para articular esse conceito indizível — afinal, Deus é o próprio amor que dele emana — levou Lutero a se referir a ele como “fogo ardente”. Para Tereza de Ávila, era a “suprema perfeição”. Francisco de Assis o considerava “galé de livres”, alusão (em contraponto) aos antigos navios impulsionados pelo trabalho escravo dos remadores.
Talvez compreendendo a insuficiência dos adjetivos, Agostinho preferiu valer-se de uma constatação: “Deus ama tanto a cada um como se não existisse ninguém mais a quem pudesse dedicar seu amor”. Essa inspiração agostiniana perpassa o texto de O obstinado amor de Deus. Neste livro, Brennan Manning desfia as fibras desse relacionamento tão inusitado para revelar, no cerne, uma realidade poderosa e comovente: desde a plenitude de sua grandeza, o Autor da vida nos ama de modo tão intenso e inflexível que jamais alguém foi capaz de conceber, e convida: “Venha e participe da alegria do seu senhor!” (Mt 25:23, NVI).
